O nosso amigo não pára.


“(...) apesar de se ter rido quando eu fiquei a olhar para os talheres de jantar sem saber o que fazer...”
"Raparigas levavam alcofas de fazer mandados no ângulo do braço e desviavam o rosto corado quando passavam à porta dos cafés."
"Às nove horas da noite, o telefone tocou. O telefone tocou durante um momento, que foi muito longo, porque ninguém o queria atender, porque todos tinham medo de o atender..."