23 abril, 2007

Dia Mundial do Livro



Hoje é do Dia Mundial do Livro. Tenho pensado que é uma sorte gostar de ler, com um livro por perto nunca estamos sozinhos nem nunca ficamos sem o que fazer. Pode andar connosco para todo o lado e apresenta-nos novos mundos. Tudo reunido num só objecto.

Em jeito de homenagem (para quem não tem grandes hábitos de leitura) sugiro, peguem num livro, cheirem-no (estranho), leiam ou não a última frase, toquem-no e se em todos estes passos o livro vos agradar, começem a ler. Vão ver como é tão bom. Quem já faz isto habitualmente, podem sempre ajudar alguém a começar a ler. Como? Sugirindo o melhor livro que já leram.

Boas leituras.

22 abril, 2007

E foi assim....


Desta vez não houve esquecimentos, aqui está a prova. Mais uma manhã de conversa, desta vez com o escritor Rui Cardoso Martins. Não vou dizer o que falamos, tivessem ido :), mas foi muito interessante.
Aqui fica a lista de livros de referência para o nosso escritor:
- O que diz Molero, Dinis Machado;
- Delfim, Cardoso Pires;
- A Lírica de Camões;
- Crime e Castigo, Fiodor Dostoievsky;
- Os demônios, Fiodor Dostoievsky;
- Guerra e Paz, Tolstoi;
- Otello, Shakespeare;
- Os contos de Heminghay;
- Austerkitz, W. G. Sebald.
Obrigada, Rui por esta conversa tão bem disposta.

18 abril, 2007

Título

"- E se eu gostasse muito de morrer?, pergunta o estudante muito naturalmente, e que bela pergunta a que ninguém sabe responder!"
Intrigante, estranha, triste...

Amor verdadeiro?



"Não há amor verdadeiro num banco de jardim, no recreio duma escola."

Bancos de jardins como o da imagem são o que resta de muitas histórias de amor ou de momentos bem passados que temos na memória.

Está decidido.


O próximo encontro é já no Domingo ás 10h30 na cafetaria do Teatro D. Maria II. O escritor Rui Cardoso Martins já confirmou que vai estar connosco.
Boas leituras.

14 abril, 2007

Nunca é de mais lembrar...

O encontro do À Volta das Letras é no Domingo dia 22/04 às 10h30. O escritor Rui Cardoso Martins vai estar connosco para beber um café. O local era para ser no Museu Nacional de Arte Antiga mas como ainda se encontra em obras vamos ter de repensar o local. Mais para o meio da semana indicaremos onde.
Até lá, boas leituras.

13 abril, 2007

Alfarrabistas

" Muitos livros velhos, marroquins, couros ensebados, gravuras. "

Descobri há pouco tempo as lojas de alfarrabistas, desde então estou viciada.

12 abril, 2007

10 abril, 2007

Quem foi o Poeta Duro, o Incoerente?

«Um dos ilustres desgraçados de Portugal. Morreu de Tuberculose aos 24 anos, num sótão do Bairro Alto, há mais de um século. Foi para Lisboa estudar, escrever, morrer, ser enterrado na vala comum, e a Lisboa regressou famoso, meio século depois, com nome de rua no bairro de Alvalade: o Poeta Duro, o Incoerente. »

Quem foi afinal este poeta?

Super-Heróis

"Não há recato e intimidade. Se viesse a correr e me atirasse como o Homem-Aranha, acertava no prédio (...)"
Quem é que não teve um super-herói a povoar a sua imaginação na infância?!? Eu gostava do He-man e a She-ra, alguém se lembra?

09 abril, 2007

Não me parece ...

«Há homens que estão sentados há 40 anos a lutar pelo desenvolvimento da terra.»

Realmente não me parece que haja alguém sentado a lutar pelo desenvolvimento do que quer que seja. Até porque desenvolvimento não se coaduna com o estar sentado há 40 anos.

Assim, não vamos lá ...

«Há jovens agricultores, empresários de dois jipes, dados pelos fundos perdidos da União Europeia, e que os sujam, em passeios todo-o-terreno, nas lavras latifundiárias que não chegam a semear.»

Educação

“Muito engraçado. Não tens família?
Tenho, mas não é completa, senhor guarda.
(...) Azinheira, que deve ter jantado com os pais duas vezes em toda a vida, duas vezes ou mais.”

Antes de mais quero dizer que não sou mãe, por isso tudo o que eu penso hoje pode mudar radicalmente a partir do momento em que tenha um filho. Mas assusta-me algumas coisas a que tenho assistido.

Miúdos mimados ao ponto de baterem nos país e de berrarem que querem isto ou aquilo e que meio envergonhados lá lhe vão dando tudo, mesmo que para isso se tenham de se endividar, como se os bens materiais pudessem fazer deles jovens menos azedos e revoltados, será que não percebem que o ter tudo prejudica, porque os torna jovens insatisfeitos??

Por outro lado temos os que não estão nem aí, ainda no outro dia ouvi esta frase “a minha filha não vai a casa há 3 dias, ligo-lhe e ela não atende, não sei o que fazer, olha quando quiser que volte, também não estou para me chatear mais..”, pois é, essa mesma filha desaparecida tem agora um bebé que não amamenta porque se tentou matar e ficou sem leite, quanto a mãe, agora avó continua sem saber o que fazer. Ainda lhe perguntei, se já tinha tentado falar com ela, perceber o que se passava, resposta “não vale a pena, aquilo é um caso perdido”, quando se fala assim dum filho acho mesmo que é um caso perdido!

Falta falar do meio termo dos pais atentos mas que responsabilizam os filhos pelos seus actos, que estão sempre disponíveis para uma conversa e sabem dizer que não, mesmo que isso implique três horas de choro (o que nunca acontece, porque se cansam), que não dão tudo porque também nunca tiveram tudo e foram felizes.

Conheço os três tipos. Quero ser como o terceiro caso, não sei se vou conseguir, segundo eles dá muito trabalho. Por isso só vou ser mãe quando estiver preparada para dizer não, para ouvir, para educar a tempo inteiro. Quero formar uma adulto responsável e não, mais um parasita da sociedade ou uma pessoa infeliz que me vai culpar por tudo de mau que lhe acontecer e gastar rios de dinheiro em psiquiatras.

08 abril, 2007

Sugestão literária

"Senhor guarda, O Agente Secreto ainda deve haver na biblioteca pública, peça Conrad..."

Pois é, há mesmo o livro na biblioteca pública aqui fica a cota assim basta chegar ao balcão e pedir ou ir até à estante e levar para casa.